Supermercado Linhares entre prêmios de promoções

No sábado, véspera do Dia das Mães, o Linhares também presenteou  cada mãe que esteve aqui nesse dia com uma foto especial. As mães que ainda não pegaram a sua foto, as mesmas se encontram à disposição na recepção do supermercado. Parabéns aos ganhadores!

Clique aqui para ampliar as imagens e ver outros ganhadores...

Londres

Larissa, em Londres, na área de modas. Nesta matéria Larissa veste uma modelo internacional (Sosheba) com roupas de grifes famosas (Prada, Givenchy"s, Roberto Cavalari e etc..), para a temporada de primavera e verão , com grafismos, lembrando animais e explorando o preto/branco, num mix entre  trajes casual e medieval. Já Daniel, o outro filho de Márcia Nicolato e Danilo Defilippo, está cursando relações internacionais no IBMEC do Rio e em Julho vai fazer um curso de Verão na Universidade de Economia de Londres. Ambos já obtiveram a dupla cidadania Brasileira x Italiana. Parabéns aos filhos de Márcia Nicolato e Danilo Defilippo.
Chico Buarque em Cataguases

Conseguimos com o Advogado Dr. Ricardo Espíndola uma foto da época em que Chico Buarque de Holanda estudo em Cataguases por um período de apenas seis meses. O jovem adolescente é o primeiro à esquerda com o joelho no chão. Há quem afirme que a música "A Banda" foi inspirada nas ruas cataguasenses.
A Premessa - Cândido Canela

 

Pra assisti uma prucissão

O Terenço e a muié

Sairo lá do sertão

De precata os dois no pé

O sor rachava de quente

Qui nem coivara quemano

A muié ia na frente

O Terenço atrais, pitano

Adiante ela puxô

A saia pra mode tampá

A cabeça do calô

Qui tava pra lhe matá

Mais invéis só de puxá

Somente a saia cima

Puxô tudo ao-deus-dará

E assim foro bateno

Todos dois istrada afora

Subino morro e desceno

Inté na curva da ispora

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Mais quando chegô na cidade

A mulecada gritô

Oia a muié, Lauriano,

Virge nossa, qui horrô...

E ela discunfiada,

Oiano meio de lado,

Pro seu marido falô:

Terenço, qui coisa horrivi

Eu num vi, tava de costa

Mais vancê é impussivi

Me deixano discumposta.

E o Terenço calmoso

Puxano duas fumaça

Do seu cigarro cheroso,

Pra muié falô com graça:

Puis nois dois nunca briguemo

Qui reiva danada é essa?

Pois eu juro qui pensei

Qui fosse arguma premessa.

 

Colaboração: Maristela G.G. de Carvalho 

Por que?

Por que as pessoas que moram longe de Astolfo Dutra gostam tanto daqui? Em dezembro, recebemos a visita de Maria Lúcia Cumani Monteiro, uma prima muito querida que reside em Maringá, no Paraná. Naqueles dias que passou conosco, reconhecendo a cidade, matando a saudade e visitando parentes, ela escreveu com entusiasmo um poema do qual destacamos estes versos:

 

"Ah, Porto de Santo Antônio,

Tão saudosa e amada

Se transformou na linda cidade

Humanizada, trabalhadora, atualizada.

Astolfo Dutra, eu te amo!"

 

E por que muitas pessoas que moram aqui não gostam da cidade?

 

É só observar a nossa praça principal, a Governador Valadares, num domingo à noite: É uma vergonha! O lixo espalhado pela grama, nos canteiros, nos passeios. (latas de cerveja, refrigerantes, taças de sorvetes, copos, etc), tudo isso parece uma grande lixeira. E a gente conclui que aqui falta: 1) Educação – crianças e adultos deveriam aprender a jogar o lixo no lixo. 2) Tambores, latões ou outros recipientes para coleta do lixo.

Precisamos zelar pelo que é nosso!

Nelsy Linhares