Personalidades

Eis duas personalidades que marcaram época: Adilson Moura (Tubu) ao lado do  ex-prefeito, Sr. Olyntho Almada (terno claro) por ocasião da inauguração da antiga ponte que ligava o centro, Rua Pedro Dutra, ao Bairro de Fátima, 1959. Hoje, Ponte Alípio Dalbianco.

Mérito Farmacêutico

Nosso conterrâneo Dr. Eustáquio Linhares Borges foi homenageado em Brasília com a medalha e diploma da Comenda do Mérito Farmacêutico pelo Conselho Federal de Farmácia. Parabenizamos o filho de Dona Dinah Linhares e Manoel Ferreira Borges. A comenda visa distiguir instituições, autoridades, farmacêuticos e outros profissionais, pelos relevantes serviços prestados à profissão farmacêutica. No dia 20 em Brasília no Memorial JK.

Ganhadora da moto é Cida, viúva do Totó

“Fiquei feliz ao saber que a ganhadora da moto do Magazine Lavorato é moradora na Rua que tem o nome do meu avô, Emiliano Lavorato” - Angélica.

Cantinho Animal

Nossa equipe visitou o salão de tosa e banho de cachorros na Rua Manoel Hipólito, 247. Secadores modernos, coleiras, enfeites e muitos acessórios e roupas para os cãezinhos de estimação. Nem precisa falar dos cuidados especiais, todos sabemos do carinho que a Leize e sua equipe têm com os bichinhos. Visite, leve seu cãozinho para uma geral com quem entende e gosta do ramo. Dez!

Chope Devassa

A famosa marca de chope é encontrada na Pizzaria Bom Gosto para atender aos fregueses mais exigentes. Quem ainda não tomou, vale a pena conferir o sabor incomparável! Confira! Av. Olyntho Almada.

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Meu nome? Ninguém...

A Terra também grita. Sangra e chora. A Terra está enferma e ameaçada, assim como toda a humanidade. Os tempos modernos nos obrigam a buscar mudanças e novos modelos civilizatórios. O que está em crise é justamente o modelo atual de sociedade, o sentido de vida que adotamos.

As autoridades costumam repetir que as tragédias não têm uma única causa – seriam resultantes de uma soma de fatores. A cada temporal, os políticos se esquivam e deixam a culpa para o imponderável.

No entanto, à custa de centenas de mortes e prejuízos incalculáveis, impõe-se outra vez a dura realidade: o descaso do poder público. Este descaso explica não só os estragos causados pela chuva no Rio, mas também em São Paulo, Minas e pelo país afora. E o caso, ou melhor, o descaso, é que o assunto é tratado no dia a dia como se fosse mais uma banalidade a cargo da burocracia federal. Não é; absolutamente, não é.

Qual o limite da incompetência da gestão pública? Quantas vidas ainda haverão de ser ceifadas pelo descaso e pela cegueira social que acomete nossos políticos e governantes? Por que, muitas vezes, facilitam a ocupação de áreas de risco? Será que é pela criação de redutos eleitorais em terrenos predestinados a tragédias?

Neste momento de dor, vamos exercitar a nossa cidadania, contribuindo de alguma forma com as vítimas das enchentes e das chuvas. Não dá pra ficar impassível diante do infortúnio alheio. Somente a nossa participação é capaz de mudar o país.

“Meu nome? Não sou mais ninguém” (desabafo de um morador de Nova Fribrugo/RJ que carregava o caixão da filha. Atrás dele, amigos traziam o corpo de sua esposa).

J.Loures - E-mail: almirl@uai.com.br - JOSÉ ALMIR LOURES