Hospital Holyntho Almada - Me ajude que eu lhe ajudo!

LEILÃO - Aconteceu com o mesmo sucesso, no dia 29, o tradicional leilão beneficente ao hospital de nossa cidade. Muitos compareceram e diversos garrotes, porcos e galinhas, doados pelos amigos do hospital geraram a ajuda por mais um período. Todos sabemos da luta para a mantença desta entidade que atende a população de Astolfo Dutra, bem como de nossos distritos, zona rural e da cidade de Dona Euzébia. A prefeitura de Astolfo mantém a sua contribuição e quando em vez nossos deputados conseguem verbas esporádicas.

DONA EUZÉBIA DIZ NÃO 

Tivemos informação que o atual prefeito de Dona Euzébia cortou, há muitos meses, a ajuda que a prefeitura enviava para nosso hospital. Procurado incansáveis vezes pelos responsáveis do hospital, sem justificativas, negou veementemente a voltar a fazê-lo.

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Baú 

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A matéria que publicamos Ser Portuense, chamou a atenção para algumas fotos do Baú que recebemos e publicamos. 

Primeira Turma de formandos do Curso Comercial Básico ano 1957 da Escola Técnica de Comércio do Sr. Jarbas de Freitas. Da esquerda para a direita em pé: Edinho, Jorge Albino, Olney, Nelson Muniz, Jésus Linhares, Flávio Ribeiro e o Diretor Jarbas de Freitas. Assentadas: Dalvinha, Rosinha, Nelsy Linhares, Vera Sanches, Marta Stodutto, Zezé Ferreira e Maria José Benini. (Foto feita em Juiz de Fora – Parque Halfeld). Arquivo da Dalva -  (dalvadiogooliveira@gmail.com 

Baú - Viajantes de Fumos





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Na foto, antigos viajantes de fumo na época em que proporcionalmente o fumo gerava a mesma economia que a confecção gera hoje na cidade. Na foto, um encontro de amigos viajantes num almoço no Avenida Hotel emTupã – São Paulo no ano de 1959. No sentido horário, o primeiro na foto é o aniversariante do mês, José Mariosa, o Terceiro Toninho de Oliveira, o quinto é José Geraldo Pereira, sexto Juarez Ribeiro, Sétimo Stoduto, Oitavo José Lippi, depois Orlando Cazetta, Gerson Gazetta e Jurandir Lippi. (Apenas alguns dos 204 associados da URCA – União dos Representantes Comerciais Astolfodutrenses) José Mariosa ainda guarda com carinho sua carteira de associado da década de 50.  

Paschoal Defilippo, que se ausentou em 1977, aos 82 anos, aniversariante de janeiro, foi produtor, comerciante e viajante de fumo como a maioria dos italianos e descendentes. Marcou sua época não só pelos discursos, poesia e declamações, mas também pela quantidade de filhos que, segundo a lenda, entre “gregos e troianos” chegou a 25. Viúvo com seis filhos, casou com a viúva Dona Antônia que já tinha quatro filhos, e deste último matrimônio, nasceram dez. Alguns extras...mas filhos!

Aconteceu: Numa ocasião, Dona Antônia, da janela da cozinha ao se deparar com o pequeno Fernando levando uns tabletes do Luiz Pinholi e do Galileu, gritou imediatamente para o marido: - Acode lá Paschoal, o meu filho e o seu estão batendo no nosso!

Advocacia - Deixem as águas rolarem

Nesta época das águas, é sempre bom lembrar o artigo 1.288 do Código Civil onde esclarece que o dono ou o possuidor de um terreno, casa, prédio na parte inferior é obrigado a receber as águas que correm naturalmente do superior, não podendo realizar obras que embaracem o seu fluxo; porém a condição natural e anterior do prédio inferior também não pode ser agravada por obras feitas pelo dono ou possuidor do prédio superior. Em resumo: O curso natural das águas não pode ser mudado ocasionando prejuízos a outrem.

12 toneladas de mantimentos e roupas para a região serrana do Rio

O povo de Astolfo Dutra mostrou solidariedade com os irmãos  que foram afetados pelas chuvas na região serrana do Rio de Janeiro, quando através do Vereador Reginaldo Cebolinha e do Supermercado Linhares, enviou 8 toneladas de alimentos e 4 de roupas para os flagelados.

Só no caminhão de coleta e nas escolas, segundo o vereador, foram mais de 6 toneladas recolhidas.

Sabemos do sacrifício dos envolvidos no trabalho, bem como do coração grande e caridoso de nosso povo. - Foi sacrificante, mas valeu a pena! Disse-nos Cebolinha que com a ajuda de amigos e familiares embarcaram com o caminhão cheio de alimentos para os  necessitados.

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Decreta:

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