| Correspondência - Via E-mail |
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Ser Portuense...
Dado ao grande sucesso da matéria Ser Portuense, muitos leitores
ainda nos ligam, passam emails ou nos param pelas ruas, lembrando de
alguma situação na matéria da última edição que ficou esquecida.
Realmente muitas personalidades não foram mencionadas, o que por
certo dariam muitas outras páginas semelhantes. A intenção foi
apenas provocar a memória dos leitores.
Na medida do possível, iremos corrigindo nas próximas edições
de O Portuense.
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Ao
Ilustre:
Cezar Defilippo (Zé Gute);
Nosso jornal é digno de elogios. Só assim podemos ficar bem
informados sobre os acontecimentos em Astolfo Dutra. Acabei de ler
“Ser Portuense é...” e sinceramente fiquei emocionado. Foi uma
retrospectiva com a classe que lhe é peculiar. Parabéns!!!
Abçs; |
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Cézar Augusto Defilippo! Gosto de saudar você assim!
Você emocionou-me com esta memória privilegiada que tem! Registrou,
em “O Portuense”/Dezembro 2010, uma “gama/intensidade” de fatos
saudosistas desta Terra! Mostrou a cada cidadão, leitor ou não,
deste periódico, que a História é construída por cada um dos seres
humanos do Planeta”. A cada ponto levantado, você nos transporta
àquela situação ou por ter participado dela ou, simplesmente, por já
termos ouvido falar ou oferecendo conhecimento da mesma...
História é isto, Gute! É sentimento! É ter consciência de que cada
cidadão é construtor da memória dos povos!
Parabéns! Um grande abraço,
Rosalina Pinto Moreira
- A. Dutra
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Olá Amigo Gute
Obrigado pela matéria
“Ser portuense é” agora sim posso provar que sou Portuense, pois,
mesmo sem ter nascido ai, fiz a maioria das coisas sugeridas no
texto.... muito bom, parabéns.
Ronaldo Mesquita
– Londrina-PR
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Gute,
Parabéns pelo artigo “Ser Portuense”.
Me fez lembrar muitas coisas de minha infância.
Um grande abraço e um 2011 cheio de paz e sucesso.
Joaquim Mendes (Kiko)
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Gute,
Gostei muito da homenagem portuense aos portuenses!! (Mesmo aos
torcedores do Sete e do Paraíso). Gostaria de complementar:
Ter sido dirigido pelo José de Oliveira Bolão como técnico de
futebol ou professor de educação física e vê-lo jogar fora todo o
fumo picado nas mãos na hora de chutar ao gol: “Atira, atira!!”,
dizia Seu Zé.
O tempo tá passando...
Abraço Alexandre Xô Linhares –Araxá-MG
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Oi, Gute,
Adorei demais a homenagem que o nosso querido jornal prestou aos
Portuenses e Astolfodutrenses. Achei genial e adorei mais ainda ter
nascido aí, adoro ser Astolfodutrense. A unica coisa que fiquei
triste foi a saudade, pois doeu demais relembrar aquelas coisas, nas
quais me enquadrei em quase todas. Agradeço de coração pelo esforço
que vocês fazem para manter este jornal, por varias vezes, outros
começaram e paravam. Que Deus o ilumine e continue sempre. Isso faz
muito bem para nossa alma. Um beijão!
Icléia
– Volta Redonda
Como dissemos, a matéria foi apenas para aguçar a memória dos mais
antigos. Vamos lá:
Ser Portuense é
l Ter guardado alguns maços de cigarro da fábrica do Plínio
Linhares: Gegê, Municipal, Tranchan, Welinton, Pergaminho ou Plínio.
l É ter guardado
exemplares de antigos jornais da cidade como Tribuna 1ª e 2ª fase, A
Palavra, Argos, Minas Católica, Arauto da Fé, Norma, Leão do Porto e
O Mensageiro.
l Ter feito compras na
venda do Sr . Oscar (Zé do Oscar) ou no boteco do Zé Rodrigues.
l Ouvido os versos
declamados pelo Sr. Paschoal Defilippo quando da presença de uma
moça.
l Assistido a velhos
carnavais de rua com Rubim Falcone como Mestre de Baterias, e os
Porta Bandeiras, Entina e Guaraci na Escola Porto do Samba.
(Rabicho)
l Usado serviços dos
carroceiros, Zé Mendes, Ataíde, Maciel e visto carroceiros da
Prefeitura colhendo o lixo nas carroças. Sr. Sebastião, pai do
Changuana.
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