Correspondência - Via E-mail

 

Ser Portuense...

Dado ao grande sucesso da matéria Ser Portuense, muitos leitores ainda nos ligam, passam emails ou nos param pelas ruas, lembrando de alguma situação na matéria da última edição que ficou esquecida. Realmente muitas personalidades não foram mencionadas, o que por certo dariam muitas outras páginas semelhantes. A intenção foi apenas provocar a memória dos leitores.  Na medida do possível, iremos corrigindo nas próximas edições de O Portuense.

 

 Ao Ilustre:

Cezar Defilippo (Zé Gute);

Nosso jornal é digno de elogios. Só assim podemos ficar bem informados sobre os acontecimentos em Astolfo Dutra. Acabei de ler “Ser Portuense é...” e sinceramente fiquei emocionado. Foi uma retrospectiva com a classe que lhe é peculiar. Parabéns!!!

Abçs;

                              Francisco Linhares

 

Cézar Augusto Defilippo!   Gosto de saudar você assim!

Você emocionou-me com esta memória privilegiada que tem! Registrou, em “O Portuense”/Dezembro 2010, uma “gama/intensidade” de fatos saudosistas desta Terra! Mostrou a cada cidadão, leitor ou não, deste periódico, que a História é construída por cada um dos seres humanos do Planeta”. A cada ponto levantado, você nos transporta àquela situação ou por ter participado dela ou, simplesmente, por já termos ouvido falar ou oferecendo conhecimento da mesma...

História é isto, Gute! É sentimento! É ter consciência de que cada cidadão é construtor da memória dos povos!

Parabéns! Um grande abraço,

Rosalina Pinto Moreira - A. Dutra

Olá Amigo Gute

Obrigado pela matéria

“Ser portuense é” agora sim posso provar que sou Portuense, pois, mesmo sem ter nascido ai, fiz a maioria das coisas sugeridas no texto.... muito bom,  parabéns.

Ronaldo Mesquita – Londrina-PR

Gute,

Parabéns pelo artigo “Ser Portuense”.

Me fez lembrar muitas coisas de minha infância.

Um grande abraço e um 2011 cheio  de paz e sucesso.

                                           Joaquim Mendes (Kiko)

 

Gute,

Gostei muito da homenagem portuense aos portuenses!! (Mesmo aos torcedores do Sete e do Paraíso). Gostaria de complementar:  Ter sido dirigido pelo José de Oliveira Bolão como técnico de futebol ou professor de educação física e vê-lo jogar fora todo o fumo picado nas mãos na hora de chutar ao gol: “Atira, atira!!”, dizia Seu Zé.

O tempo tá passando...

Abraço

Alexandre Xô Linhares –Araxá-MG

 

 

Oi, Gute,

Adorei demais a homenagem que o nosso querido jornal prestou aos Portuenses e Astolfodutrenses. Achei genial e adorei mais ainda ter nascido aí, adoro ser Astolfodutrense. A unica coisa que fiquei triste foi a saudade, pois doeu demais relembrar aquelas coisas, nas quais me enquadrei em quase todas. Agradeço de coração pelo esforço que vocês fazem para manter este jornal, por varias vezes, outros começaram e paravam. Que Deus o ilumine e continue sempre. Isso faz muito bem para nossa alma. Um beijão!

                                Icléia – Volta Redonda

 

Como dissemos, a matéria foi apenas para aguçar a memória dos mais antigos. Vamos lá:

 

Ser Portuense é

l Ter guardado alguns maços de cigarro da fábrica do Plínio Linhares: Gegê, Municipal, Tranchan, Welinton, Pergaminho ou Plínio.

l  É ter guardado exemplares de antigos jornais da cidade como Tribuna 1ª e 2ª fase, A Palavra, Argos, Minas Católica, Arauto da Fé, Norma, Leão do Porto e O Mensageiro.

l  Ter feito compras na venda do Sr . Oscar (Zé do Oscar) ou no boteco do Zé Rodrigues.

l  Ouvido os versos declamados pelo Sr. Paschoal Defilippo quando da presença de uma moça.

l  Assistido a velhos carnavais de rua com Rubim Falcone como Mestre de Baterias, e os Porta Bandeiras, Entina e Guaraci na Escola Porto do Samba. (Rabicho)

l  Usado serviços dos carroceiros, Zé Mendes, Ataíde, Maciel e visto carroceiros da Prefeitura colhendo o lixo nas carroças. Sr. Sebastião, pai do Changuana.

 

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