Saúde


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Na reunião da Câmara Municipal de Astolfo Dutra, realizada no dia 07/12/10, estiveram presentes a Secretária Municipal de Saúde,  Luiza Marilac, o Coordenador do Programa de Dengue José Renato e representantes da Epidemiologia Eliana Sartori e Lira Henriques para discutir sobre Dengue.

A Secretária Municipal de Saúde Luiza Marilac relatou sobre o problema no Estado e o risco que se encontram os municípios de proliferação do mosquito caso não haja prevenção. Foi apresentado um vídeo com o ciclo biológico do mosquito e orientações sobre como combatê-lo.

A Secretária Municipal de Saúde pediu a colaboração dos vereadores para alertar a população sobre o dever de cada cidadão em colaborar com a prevenção, não deixando acumular água em lajes e em nenhum recipiente, manter caixas d´água tampadas, colocar areia em pratos de plantas, etc, para que não se desenvolva a doença em nosso município. A guerra contra dengue só será eficaz se cada um fizer a sua parte.

Estamos contando com a colaboração de todos! Lembre-se, a dengue pode matar!

Dengue - Agora é Guerra!

A Secretaria Municipal de Saúde de Astolfo Dutra vem informar que no ano de 2010, de todos os seis casos de Dengue confirmados em nossa cidade, 100% deles foram casos importados de cidades vizinhas como Cataguases e Juiz de Fora. Assim, o risco existe e nossa meta para este ano é manter o 0% de Dengue em nossa cidade.

Pedimos à população que entre nesta batalha conosco. Só assim, com a ajuda do povo, venceremos esta guerra.

São ações simples como tampar a caixa d’água, não jogar lixo em terrenos, nos córregos, não jogar garrafas plásticas nos quintais, tirar os pratinhos dos vasos de plantas.

Um criadouro em seu quintal pode não te matar, mas poderá matar seu vizinho. E nossa consciência? Como ficará ao sabermos que poderemos ser os culpados? Pensem bem nesta hipótese.

 Jose Renato Pinto

Coordenação da Dengue

OBS.: Depois de 28 anos, reaparece a Dengue tipo 4 que afetou em 2010 mais de 12 pessoas em Roraima.

Bananas contra a AIDS

Segundo os pesquisadores da Escola de Medicina Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, a lectina BanLec é um inibidor natural do HIV “tão potente quanto duas das principais drogas utilizadas atualmente no tratamento da doença”. A pesquisa publicada recentemente na revista especializada Journal of Biological hemistry explica que o BanLec bloqueia a ação do vírus HIV antes que possa se fixar às células sanguíneas.

As lectinas como a BanLec têm despertado interesse cada vez maior dos pesquisadores justamente por serem uma classe de proteína que se liga a carboidratos e é capaz de identificar invasores. Assim, quando um vírus aparece, ela pode ligar-se a ele impedindo a propagação de infecções. No caso do HIV, a BanLec pode ligar-se à cobertura rica em carboidratos do vírus e bloquear sua propagação no corpo humano. A pesquisa defende ainda que, por sua forma de ação, a BanLec pode oferecer uma “proteção mais ampla”. “O problema com algumas das drogas anti-HIV é que o vírus pode sofrer mutações e tornar-se resistente, mas isso é muito mais difícil na presença das lectinas. Elas podem se ligar aos carboidratos presentes em diversas partes da cobertura do HIV, e isso presumivelmente exigirá múltiplas mutações para que o vírus consiga livrar-se delas”, explicou Michael Swanson, um dos autores do trabalho.

Mais Barato - Essa não seria a única vantagem da BanLec, que seria também mais barata do que os atuais coquetéis anti-Aids. Os cientistas de Michigan defendem em seu relatório que a descoberta de novas formas de prevenção e controle da Aids são essenciais, justamente porque a cada duas pessoas que adquirem acesso ao tratamento com o coquetel de drogas, cinco contraem o vírus. “O HIV ainda é rampante nos Estados Unidos e a explosão em países pobres continua a ser um problema sério por causa do tremendo sofrimento humano e do custo para tratar os pacientes”, disse outro autor da pesquisa, David Marvovitz. Nesse contexto, o uso de um microbicida à base de BanLec, em forma de gel ou creme a ser espalhado nos órgãos sexuais masculino e feminino, pode ser um grande ganho no combate à disseminação da Aids.

Mas o grupo de Michigan enfatiza que ainda levará anos até que o uso clínico do BanLec seja possível.

Fonte:http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2010/03/100315_banana_hiv_vdm.shtml

Colab. Sebastião Justi