| Editorial (Cézar A. Defilippo) | |
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A fora a educação escolar ,onde o nosso país se classifica com nota 4.5, pouco abaixo dos países desenvolvidos que detêm a média 6.0 no ensino fundamental, é bom lembrar também da educação que vem de berço, a educação nas ruas, no trânsito, no convívio profissional e familiar. O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), através de seus Conselheiros, convive com mais constância com muitos protegidos que desafiam o mundo, à sombra desta lei e do Código Penal carente de reformas.Não existe mais cordialidade pelas ruas. Roubos e pequenos furtos envolvendo menores dificultam o trabalho da polícia e amedrontam a população que se pasma ante a atitude desses elementos envolvidos nessas infrações. Palavrões, bonés virados, drogas e desrespeito são marcas da atual adolescência.Enquanto, ironicamente, presidentes, presidenciáveis e outros muitos políticos, educados apenas para prometer, juram acabar com o analfabetismo no país, esquecendo de primeiro valorizar o professor. A Globo, atualmente, tem dado enfoque em seus telejornais sobre o desastre do Ensino Fundamental, mostrando a realidade do destino da merenda, professores ausentes de sala sem substitutos interessados ou capacitados. Os primeiros professores do indivíduo são os próprios pais, fundamentalmente sai do berço para as escolas e outros convívios sociais.Com a chegada de mais uma temporada de santos: Maria, Auxiliadora, Santana, Santo Antônio, São Pedro, São João e etc... Cabe-nos o dever de, pelos menos, ante o panorama, rezar pela educação de um modo geral. Amém! |